Pular para o conteúdo
No ar
13:01 às 17:56 TESTE com Logica
Tocando agora Rádio a Vóz de Deus ao vivo
Fale no WhatsApp

Brasileira é presa em Bali, na Indonésia, por transportar cocaína no xampu

Uma brasileira detida na Indonésia com cerca de quatro quilos de cocaína líquida escondidos, entre outros locais, em frascos de xampu, corre o risco de ser condenada à prisão perpétua, anunciaram nesta segunda-feira (12) as autoridades da ilha turística de Bali. A mulher, de 36 anos, foi presa pela polícia pouco depois de desembarcar em Bali, vinda do Brasil, na última terça-feira. Ao revistarem sua bagagem, agentes da alfândega encontraram mais de 3,6 quilos de cocaína líquida em

Uma brasileira detida na Indonésia com cerca de quatro quilos de cocaína líquida escondidos, entre outros locais, em frascos de xampu, corre o risco de ser condenada à prisão perpétua, anunciaram nesta segunda-feira (12) as autoridades da ilha turística de Bali.
A mulher, de 36 anos, foi presa pela polícia pouco depois de desembarcar em Bali, vinda do Brasil, na última terça-feira.
Ao revistarem sua bagagem, agentes da alfândega encontraram mais de 3,6 quilos de cocaína líquida em sete frascos de xampu e outros produtos de higiene pessoal.
Segundo a polícia, trata-se de uma das maiores apreensões de cocaína líquida já realizadas em Bali.
A mulher declarou aos investigadores que um brasileiro havia lhe pedido para entregar a droga a alguém em Bali em troca de 50 mil dólares (cerca de R$ 249 mil).
Se for considerada culpada, ela corre o risco de ser condenada à prisão perpétua.
"Estamos decididos a garantir que não haja espaço para o tráfico de drogas ilícitas na região de Bali", declarou à AFP o porta-voz da polícia, Ariasandy.
A Indonésia possui uma das legislações antidrogas mais rigorosas do mundo, que prevê inclusive a pena de morte.
No entanto, o país - onde centenas de supostos traficantes, incluindo dezenas de estrangeiros, aguardam no corredor da morte - mantém uma moratória sobre as execuções há vários anos.
A pena capital foi aplicada pela última vez em 2016, quando um indonésio e três nigerianos, condenados por crimes relacionados a drogas, foram executados.
Em julho, um piloto da companhia aérea Malaysia Airlines foi detido por tentar transportar em sua mala mais de 70.000 comprimidos de ecstasy e por ter pilotado sob a influência de metanfetaminas, MDMA e cocaína.

Fonte: g1.globo.com

Compartilhar